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Capivara com arco preso no corpo há 21 dias mobiliza força-tarefa para remoção em Piracicaba

Capivara com arco preso no corpo há 21 dias mobiliza força-tarefa em Piracicaba Uma capivara foi vista, em Piracicaba (SP), com uma espécie de 'arco' preso a...

Capivara com arco preso no corpo há 21 dias mobiliza força-tarefa para remoção em Piracicaba
Capivara com arco preso no corpo há 21 dias mobiliza força-tarefa para remoção em Piracicaba (Foto: Reprodução)

Capivara com arco preso no corpo há 21 dias mobiliza força-tarefa em Piracicaba Uma capivara foi vista, em Piracicaba (SP), com uma espécie de 'arco' preso ao tórax desde o dia 29 de janeiro de 2026. Ela estava na região do Complexo da Rua do Porto e do rio Piracicaba. A Prefeitura do município preparou um esquema para retirar o objeto e garantir a segurança do animal. Um área de contenção foi montada, conforme divulgou a prefeitura nesta quarta-feira (18), para realizar a retirada o artefato com ajuda de uma armadilha para capturar a capivara e, depois, fazer o manejo adequado com o animal silvestre. Técnicos e profissionais da Divisão de Proteção Animal estão a postos. O g1 consultou a prefeitura se há informações sobre o tipo de material do objeto, se é orgânico ou sintético, de metal ou plástico, bem como a argola foi parar no corpo da capivara. A administração municipal afirmou a origem do artefato é desconhecida, mas não descartou a possibilidade de ter sido por acidente ou ainda tentativa de caça. Capivara com artefato preso ao tórax em Piracicaba (SP) Divulgação/Prefeitura de Piracicaba "Não sabemos se é corda ou plástico... Mas, não é um cipó, por exemplo. Então, [o objeto] pode ter sido deixado por humano e ela [capivara] se enroscou. Ou pode ter sido numa tentativa de caça", explicou. Ainda segundo a administração municipal, equipes da Divisão de Proteção Animal realizam tentativas contínuas de captura para procedimento de retirada do artefato e garantir a segurança do animal desde o dia 29 de janeiro de 2026. Após projeto-piloto para manejo de carrapatos, Parque da Rua do Porto em Piracicaba é reaberto Divulgação/Prefeitura Armadilha O espaço foi montado próximo ao local já frequentado pela capivara. A equipe da Divisão de Proteção Animal monitora o comportamento do animal para realizar o procedimento no momento mais oportuno, com o menor nível de estresse possível. O local exato da armadilha não será divulgado para evitar que curiosos afugentem o animal e prejudiquem o trabalho, informou a prefeitura. Capivara com 'arco' no tórax: saiba como funciona manejo para remoção segura de artefato 📲 Siga o g1 Piracicaba no Instagram Como funciona o manejo? Segundo a prefeitura, o espaço foi estruturado por especialistas e possui cercamento e técnicas que garantem a segurança da equipe e da capivara. O manejo depende de o animal entrar voluntariamente no espaço, sem perceber alterações no ambiente. Divisão de Proteção Animal de Piracicaba Prefeitura de Piracicaba/ Reprodução/ EPTV Por onde a Capivara já andou? Ainda segundo a prefeitura, o animal já foi avistado em diferentes ocasiões, nas imediações da Avenida Cruzeiro do Sul, porém nem sempre é encontrado no mesmo ponto. Por se tratar de uma espécie que se desloca em bandos e possui ampla mobilidade, a capivara muda com frequência de localidade, o que exige monitoramento constante. Equipes da Divisão de Proteção Animal monitoram o animal com frequência e buscam oportunidade mais segura para retirada de artefato Prefeitura de Piracicaba/Reprodução “O problema maior é que a capivara tem comportamento arredio. Ela já percebe a aproximação das equipes e se esquiva rapidamente, buscando refúgio no rio, localizado a menos de 1,5 metro do ponto onde costuma ser vista", explicou o veterinário e gerente da Divisão, Maurício Etechebere. "Além disso, não é possível realizar a sedação do animal nessas condições, e alternativas como o uso de armadilhas dependem de autorização de órgãos ambientais, como o Ibama, o que inviabiliza a adoção imediata desse método”, completou. Área de Lazer da Rua do Porto Claudia Assencio/ g1 Capivara ferida Uma segunda capivara com ferimentos também foi identificada, mas a avaliação técnica concluiu que as lesões são resultado de disputas territoriais naturais do bando. A prefeitura informou que, ao contrário do primeiro caso, este segundo não terá intervenção, pois o procedimento causaria estresse excessivo e desnecessário à fauna silvestre. A administração reforça que o descarte irregular de resíduos representa risco à fauna e pede atenção da população para preservar as margens do rio. Prédio da Prefeitura de Piracicaba Luiz Felipe Leite/G1 Leia mais População de capivaras cresce e Piracicaba anuncia esterilização com medida de saúde pública VÍDEOS: tudo sobre Piracicaba e Região Veja mais notícias da região no g1 Piracicaba

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